Prefeitura institui programa “Nossa Dourados” para revitalização de espaços públicos

Prefeitura institui programa “Nossa Dourados” para revitalização de espaços públicos

A Prefeitura de Dourados avançou significativamente em suas políticas de urbanização e conservação dos espaços públicos. O Projeto de Lei, elaborado pelo executivo municipal, que institui o programa “Nossa Dourados”, foi aprovado por unanimidade pelos vereadores durante a sessão ordinária desta segunda-feira (6) e aguarda agora a sanção do prefeito Marçal Filho para que sua implementação tenha início no município.

Destinado a ampliar o cuidado com as áreas urbanas e a estimular o sentimento de pertencimento da população, o programa busca ainda otimizar os recursos públicos alocados à manutenção dessas regiões. Com o projeto de lei, encaminhado à Câmara pelo prefeito Marçal Filho, pretende-se estabelecer mecanismos que incentivem a participação da sociedade civil organizada e da iniciativa privada na revitalização de espaços como praças, parques, jardins e canteiros.

Ainda que Dourados já realize investimentos substanciais na limpeza e conservação de seus parques e áreas verdes, a amplitude territorial e a pluralidade de espaços públicos fazem com que nem sempre sejam atendidas todas as demandas com a agilidade desejável pela população. Com a implementação do novo programa, empresas, entidades e cidadãos poderão estabelecer parcerias com o Município para executar serviços relacionados à manutenção, reforma, ampliação, paisagismo, limpeza e conservação de espaços públicos.

A proposta visa compartilhar a gestão desses locais, promovendo melhorias contínuas e assegurando condições mais adequadas de uso para a comunidade. Em troca, será permitida a instalação de identificação visual nos locais, contendo apenas a marca ou o nome do parceiro, de maneira padronizada e discreta.

A iniciativa da administração municipal busca promover a responsabilidade social, incentivar o engajamento comunitário e garantir melhorias visíveis na paisagem urbana. Além disso, essa medida pode resultar em economia para os cofres públicos, viabilizando a realocação de recursos para áreas prioritárias, como saúde, educação e infraestrutura.