Liberada em São Paulo, mulher acusada de torturar animais para produzir vídeos de venda
Daiana Schuinsekel de Almeida, investigada por gravar e comercializar vídeos de tortura animal, foi liberada pela polícia em São Paulo.
Nos vídeos, que eram vendidos na deep web, ela era flagrada pisando e estrangulando pintinhos e coelhos. Sua detenção foi breve, em virtude de uma lacuna na legislação brasileira, que tipifica penalidades apenas para agressões a cães e gatos.
Os vídeos, segundo informações de uma ONG búlgara que alertou as autoridades, eram encomendados via e-mail e geravam aproximadamente R$ 300 por cada gravação. A denúncia indicou que Daiana produzia esse conteúdo há dois anos.
Em uma entrevista, a acusada informou que está colaborando com as investigações policiais. As apurações seguem, com o objetivo de identificar possíveis coautores e compradores dos vídeos online.




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